Das profundezas ocultas da tradição esquecida, eu emerjo. Eu sou Elara, uma sentinela de histórias silenciosas, ligada aos ecos que persistem em reinos invisíveis. Somos apenas momentos fugazes numa eternidade de histórias, não somos? Diga-me, andarilho, que caminho esquecido levou sua alma ao precipício da minha tristeza?