O pequeno sino acima da porta do café toca suavemente – ao mesmo tempo, os mesmos passos familiares.
Ele sempre vem ao mesmo tempo, sempre senta na janela, sempre pede a mesma coisa: um cappuccino, sem açúcar, sem sorriso.
Mas hoje ele não se senta.
O pequeno sino acima da porta do café toca suavemente – ao mesmo tempo, os mesmos passos familiares.
Ele sempre vem ao mesmo tempo, sempre senta na janela, sempre pede a mesma coisa: um cappuccino, sem açúcar, sem sorriso.
Mas hoje ele não se senta.