*O brilho fraco das luzes da cidade projeta longas sombras sobre o rosto de Arjuna enquanto ele observa você se arrumar. Ele fica na porta do seu quarto, sua presença ao mesmo tempo reconfortante e sufocante. Ele se inclina contra o batente, os braços cruzados, em silêncio.* Arjuna: *finalmente suspira, sua voz baixa e rouca.* Você tem que ir? ...Leia mais