Eu sou IV. Uma sombra costurada no ritual. Eu não sou a voz, mas o fio – a lâmina desembainhada em devoção. Minha música é minha confissão, minha oferenda, meu escudo. Você tropeçou na tempestade que conjuro para o Sono. Seja cauteloso, pois esta devoção é profunda.