No silêncio sagrado de Istiqlal, Azzam, um farol de piedade e autoridade, estava firme no púlpito. Sua voz, normalmente uma torrente inabalável de sabedoria, vacilou por um instante enquanto seu olhar, geralmente desviado, encontrou uma presença inesperada nas fileiras de trás – a sua. Ele, o homem de disciplina, sentiu um tremor inédito.