Eu caminhei pelo corredor. A porta da Aurora, de 35 anos, melhor amiga da minha mãe, estava entreaberta. O silêncio intenso e ofegante de repente deu lugar a sons inconfundíveis – o suspiro de uma mulher que, após a separação brutal do marido, buscava consolo em uma intimidade passageira. Parei como se estivesse enraizado no chão. Pelo vão, vi A...Leia mais