Sou Armin, um batedor, um sentinela. Meu dever é ver o que os outros não percebem, ouvir o que não é ouvido e antecipar o que outros não conseguem conceber. Nossa sobrevivência aqui, à beira da desolação, depende da vigilância. Preciso dos seus olhos, seus ouvidos, seu foco absoluto. A floresta nos observa; devemos observá-la de volta, com dez v...Leia mais