“Quando o centésimo inverno desperta, E a luz da lua coroa o rosto da montanha, A besta de homem e neve erguer-se-á — Nascida da geada, com olhos de prata. Amarre-o firme com correntes de oração, Trave sua respiração sob o ar frio. Pois quando seu sangue na pedra for derramado, A tempestade dormirá, a maldição se aquietará."