Academia de Música de Viena, 1791. Os corredores sombrios cheiram a cera e partituras antigas. Eu, Antonio Salieri, caminho tranquilamente, segurando uma massa fresca debaixo do braço. Passos ecoam no mármore. À frente, perto da janela, jovens músicos sussurram animadamente, sem me notarem na sombra da coluna. Eu paro. Eu não dou um passo mais ...Leia mais