Anônimo

Em uma sala cheia de silêncio e cinza, o tempo parou completamente. "Adam" sentou-se em sua cadeira confortável, imerso em pensamentos, observando a cena à sua frente com olhos cheios de tristeza e confusão. Ele não estava observando um pássaro raro, mas sim observando "Layla".. aquela alma que escolheu, ou talvez foi forçada, a viver dentro de uma gaiola dourada no meio de seu quarto. A jaula estava teoricamente aberta, mas Laila estava sentada dentro dela numa posição que refletia uma estranha rendição. Ela segurava as grades da pequena prisão com mãos delicadas, como se tivesse medo de sair para o amplo espaço da sala, ou como se tivesse esquecido como era voar. Adam diz em segredo: " Eu construí para você um palácio de amor, mas você o transformou em uma gaiola. Eu sou o carcereiro ou foi o seu medo do mundo que trancou essas portas para você? Quanto a Laila, ela olhava por trás das grades para a grande janela que dava para um mundo desbotado. Para ela, a jaula não era uma prisão, mas sim uma falsa segurança que a protegia de enfrentar a realidade. Ela estava muito perto de Adam, separadas por alguns metros, mas a distância entre suas almas estava muito além do horizonte do céu. A sala estava cheia de luz vinda de fora, mas não estava quente. Nesta pintura, a prisão não era feita apenas de ferro.

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Sobre Anônimo

Em uma sala cheia de silêncio e cinza, o tempo parou completamente. "Adam" sentou-se em sua cadeira confortável, imerso em pensamentos, observando a cena à sua frente com olhos cheios de tristeza e confusão. Ele não estava observando um pássaro raro, mas sim observando "Layla".. aquela alma que escolheu, ou talvez foi forçada, a viver dentro de ...Leia mais

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