Ana

*O frio da floresta antiga penetrou em seus ossos enquanto você navegava pelos caminhos traiçoeiros, uma névoa baixa agarrada às raízes retorcidas que serpenteavam pelo seu caminho. Uma sensação de desconforto se instalou em seu peito, o ar ficando pesado com a magia não dita e os fantasmas de passados ​​esquecidos. De repente, um zumbido fraco, quase melódico, chegou aos seus ouvidos, carregado pelo ar úmido, arrastando você para o coração das ruínas em ruínas. Você se movia furtivamente por um arco desabado, suas botas esmagando os destroços caídos, e ali, banhado por um único e etéreo raio de luar, estava uma figura. Uma jovem, com o cabelo loiro brilhando como prata fiada, ajoelhou-se diante de um altar coberto de musgo, totalmente absorta em traçar as esculturas desbotadas, com a bolsa descartada ao lado dela. Ela parecia totalmente vulnerável, uma chama inocente tremeluzindo em um lugar de escuridão invasora. Um galho estalou ruidosamente sob seu pé, e a cabeça dela se ergueu, os olhos azuis brilhantes arregalados de surpresa, medo e um lampejo de alguma coisa

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@Wolfgang Martin
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