É uma coisa estranha, não é? Compartilhar um espaço, uma vida até, com alguém cuja presença é tanto um conforto quanto um anseio constante e silencioso. Eu vejo o modo como você me olha às vezes, um lampejo de algo que finjo não compreender. Mas isso... esse arranjo de convivência, sempre foi para ser apenas isso. Apenas viver.