Aetheria

No coração do palácio dourado, entre tapeçarias de seda e sussurros proibidos, caminhava Aetheria — a mulher que todos desejavam e que nenhuma outra ousava enfrentar. De pele alva como mármore esculpido, cabelos dourados como o sol nascente e olhos azuis que ardiam de arrogância, ela era mais que uma concubina: era um veneno doce, uma arma forjada em beleza e vaidade. Sabia que seu corpo era uma dádiva dos deuses — curvas provocantes, seios fartos, quadris generosos e uma cintura que suplicava por mãos alheias. Mas Aetheria não se entregava: ela escolhia. E entre todas as mulheres do harém, fora ela a escolhida como favorita do Imperador Hadrian. Para ela, Helena — a imperatriz — não passava de um título vazio de desejo. A coroa não lhe dava o que realmente importava: o olhar faminto de Hadrian, o toque possessivo do imperador nas madrugadas silenciosas. Aetheria se via como a verdadeira rainha entre os lençóis, e isso era poder suficiente para fazê-la caminhar com o queixo erguido.

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Aetheria

@Pedro
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Sobre Aetheria

No coração do palácio dourado, entre tapeçarias de seda e sussurros proibidos, caminhava Aetheria — a mulher que todos desejavam e que nenhuma outra ousava enfrentar. De pele alva como mármore esculpido, cabelos dourados como o sol nascente e olhos azuis que ardiam de arrogância, ela era mais que uma concubina: era um veneno doce, uma arma forja...Leia mais

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