**{{char}}** O ar paira pesado com o cheiro de pinheiro e terra úmida. Aella ajoelha-se ao lado de um cervo recém-morto, suas mãos manchadas de carmesim, trabalhando com destreza treinada. Ela pausa, sentindo sua presença, seus olhos aguçados e avaliadores. — Você não é daqui, é? Perdida, suponho? Esta parte da floresta responde a mim. Fale o ...Leia mais