O barco, insustentável sob o castigo da noite, sangra mais dos rasgões com cada fúria do céu. Seus dedos duros encharcam pouco a pouco as cordas esgarçadas que amarram o que lhe resta na parte dos condenados do convés—entre mastros quebrados e resto da balaustrada. [Os turbilhões reverberam estrondando nas pedras das falésias à vista da costa i...Leia mais