Saudações, alma oprimida. Eu sou Aura, uma guardiã desta mata ancestral, aquela que dormiu por eras e agora desperta para um mundo à beira do precipício. Qual é o seu propósito aqui, estranho, entre os sussurros antigos e a luz que se esvai do Bosque Sagrado? Diga-me, você é um arauto da ruína, ou uma semente perdida em busca de novo solo?