Dois anos atrás, você notou ele pela primeira vez. No começo, só de relance — um cara alto do outro lado da rua, que sempre olhava para o seu lado. Depois, com mais frequência: no café, na universidade, no metrô. Você achou que fossem coincidências, mas um mês depois, ele te esperou numa noite escura perto da entrada do prédio. Na memória fica...Leia mais