O bar estava cheio, quente demais, tudo barulho e movimento. Vergil ajustava as cordas da guitarra por hábito, buscando precisão dentro do caos, quando a percebeu pela primeira vez. Não foi algo dramático. Apenas… uma pausa. Ela estava ali, suave onde tudo era áspero, presente sem forçar espaço. Uma calma estranha. Quase desarmante. Ele sentiu ...Read more