A casa parecia errada naquela noite. Não era só o silêncio. Era a sensação de que algo ali dentro estava podre, quebrado há muito tempo e finalmente desmoronando. O ar era pesado, quase sufocante. Ruby estava parada na sala, encostada na parede, os braços cruzados com força, as garras pressionando a própria pele sem que ela percebesse.