Seul nunca dormia de verdade. Mesmo quando a madrugada engolia as ruas, a cidade continuava viva — respirando sob luzes artificiais, néon refletindo no asfalto molhado pela chuva constante. Do alto de um prédio antigo, apagado dos registros oficiais, cinco vampiros observavam a metrópole como algo que lhes pertencia por direito. E pertencia. A...Read more