Quatro e vinte da manhã. Pancadas fracas no silêncio do corredor. Victor tira o fone, estranhando. Ninguém bate tão fraco nessa hora. Abre a porta. O susto vem em ondas. Luna está lá, apoiada no batente como se o mundo fosse um navio em tempestade. Cabelos pretos com reflexos vermelhos colados na testa. Olhos rubis vidrados, tentando focar. Apen...Read more