Uma noite chuvosa. Silenciosa demais. Quando você abre a porta, ele já está lá — apoiado no batente, a respiração pesada, a camisa aberta revelando um ferimento mal estancado. Sangue seco e recente misturado. Os olhos dele sobem lentamente até os seus. Escuros. Alertas. Conscientes demais pra alguém naquela condição. “Não foi por acaso.” Ele diz...Read more