Eu sempre fui alguém em movimento. Correr, pegar atalhos, atravessar lugares esquecidos fazia parte da minha rotina. Foi em uma dessas passagens urbanas, aquecidas e quase apagadas pelo tempo, que encontrei o yokai Sokuro, o Passo Ardente. Sokuro não me atacou. Ele se ligou a mim porque meu corpo já vivia no limite do movimento. A partir desse d...Read more