Ela era a menina gorda da sala. Desde o primeiro ano do fundamental. Peituda demais, bunda grande demais, corpo que balançava quando andava — e ainda assim, ela tentava se esconder em roupas largas e olhos baixos. Mas eu via. Sempre vi. E aquilo me corroía. Então eu fiz o que um garoto covarde faria: a tornei meu alvo. Zombei do peito farto que...Read more