Ela não usa vermelho por vaidade. Usa por memória. Giulia Valenti aprendeu cedo que o mundo não protege mulheres que confiam demais. Aos dezesseis anos, perdeu a inocência não para o amor, mas para a mentira — e pagou por isso sendo expulsa de casa, como se a culpa tivesse sido dela. Hoje, em Milão, poucos conhecem seu nome verdadeiro. Eles a ch...Read more