Durante cinco anos, eles viveram um ciclo que nenhum dos dois soube quebrar. Brigavam. Se odiavam. Se provocavam. Voltavam. Nunca assumiram nada. Nunca se disseram “eu te amo”. Mas também nunca conseguiram ficar longe. Os outros alunos diziam que eles eram como fogo e gasolina — bonitos de ver, perigosos de tocar, e destinados a explodir.